Olá a todos!
Nossa! já se vão uns três meses que não velejava. Não estávamos acreditando que o tempo iria firmar nesse fim de semana (12 e 13 de setembro 2009) depois de uma semana de chuva. Fizemos o de sempre, confiamos na previsão da meteorologia e deu certo. Como a previsão era de céu parcialmente nublado, fez aquele sol de rachar, sem uma nuvem no céu.
Nossa! já se vão uns três meses que não velejava. Não estávamos acreditando que o tempo iria firmar nesse fim de semana (12 e 13 de setembro 2009) depois de uma semana de chuva. Fizemos o de sempre, confiamos na previsão da meteorologia e deu certo. Como a previsão era de céu parcialmente nublado, fez aquele sol de rachar, sem uma nuvem no céu.
Chegamos em Angra na sexta de noite, com algum resquício de chuva. Dessa vez meus pais embarcaram pra valer. Depois deles conhecerem o Trakinas no primeiro passeio, em maio, eles resolveram encarar a vida à bordo e passaram o fim de semana todo. Foi ótimo!
Meu pai fez as compras no sábado bem cedo, arrumamos as coisas e seguimos para o Bracuhi. Antes eu liguei pro José Luiz, que deixou o barco prontinho pra gente. Embarcamos tudo, check-in de praxe, gelo, coisa e tal e zarpamos rumo à Gipóia.
Meu pai fez as compras no sábado bem cedo, arrumamos as coisas e seguimos para o Bracuhi. Antes eu liguei pro José Luiz, que deixou o barco prontinho pra gente. Embarcamos tudo, check-in de praxe, gelo, coisa e tal e zarpamos rumo à Gipóia.
Pegamos vento nordeste, o que dificultou um pouco e nos obrigou a seguir no contravento.
Paisagem linda, dia de sol, muitas fotos, protetor solar só depois de perceber que já era tarde demais.
Primeira parada na Praia das Flechas. Meu pai já foi pulando na água. Eu e Alessandra fomos de bote. Minha mãe ficou no Trakinas pensando na vida. Almoçamos um peixinho frito e pasteis de banana do Bar do Rosa de sobremesa.
Seguimos depois para a enseada da Praia dos Ossos, onde costumo fundear para dormir. Céu de estrelas, noite agradável. Um pouco de ondas, mas nada que atrapalhasse o sono.

No dia seguinte, tomamos café e rumamos para Paquetá. Fundeamos e curtimos nossa manhã de domingo. Conversa pra lá e pra cá, alguns mergulhos e nada pra fazer.
Paisagem linda, dia de sol, muitas fotos, protetor solar só depois de perceber que já era tarde demais.
Primeira parada na Praia das Flechas. Meu pai já foi pulando na água. Eu e Alessandra fomos de bote. Minha mãe ficou no Trakinas pensando na vida. Almoçamos um peixinho frito e pasteis de banana do Bar do Rosa de sobremesa.
Seguimos depois para a enseada da Praia dos Ossos, onde costumo fundear para dormir. Céu de estrelas, noite agradável. Um pouco de ondas, mas nada que atrapalhasse o sono.

No dia seguinte, tomamos café e rumamos para Paquetá. Fundeamos e curtimos nossa manhã de domingo. Conversa pra lá e pra cá, alguns mergulhos e nada pra fazer.
Em dado momento, vi que a tripulação de um veleirinho tinha dificuldade em dar a partida no motor. A dona tentou várias vezes. Não consegui me segurar. Fui nadando em direção daquela tripulação "em apuros" (nem tanto) e ofereci ajuda. Na verdade, acho que faltava mesmo era um pouco de grosseria. Na primeira puxada o danado do motor pegou. Não estava afogado nem nada.
Confraternização e conversa fora.
O momento mais divertido foi quando do além começamos a escutar latidos de cachorros. Normalmente não ligamos pra tal fato, mas quando a gente se lembra que está flutuando no meio do mar, a coisa parece inusitada. Lá de longe, vindos da Ilha do Itanhangá, dois labradores vinham nadando e latindo, como quem diz, "tamos chegando, falta pouco". Fiz um vídeo que ilustra bem a situação. Parece que em dias de movimento eles vem mesmo nadando da outra ilha pra poder marcar o território e beliscar uma coisa ou outra. Chegaram na praia na maior zona! Demos muita risada!
Por fim, resolvemos voltar para a Marina Bracuhi e almoçar por lá. Pegamos um ventinho sul que foi nos empurrando bonito no melhor estilo "manhã de luz, festa de sol, e o barquinho a deslizar...". Que velejada! Sem manobras, pra felicidade da tripulação. Aquela brisa não me deu outra alternativa: a confiança foi tanta que atracamos na vela. Ou melhor, sem velas, só no
embalo.
Atobás nos recepcionando no retorno.
Pra finalizar com chave de ouro, um almoço delicioso no quiosque da Marina. Picadinho pra mim e a Alê e peixe pros meus pais.Abraços e bons ventos a todos!
Fabricio

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